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Fórum sobre regulação de produtos para saúde na Anvisa PDF Imprimir E-mail
A Anvisa será sede em março da 9ª Reunião do Comitê Gestor do International Medical Device Regulators Forum (IMDRF). Representantes de oito membros do Fórum, além de organizações afiliadas e representantes do setor, vão discutir a regulação do setor de produtos para saúde. O fórum tem como objetivo promover a convergência e o aprimoramento do modelo regulatório global aplicável ao segmento como resposta aos constantes desafios em garantir a segurança e a eficácia de produtos para saúde disponíveis para consumo.
Maiores informações e inscrições para a sessão aberta podem ser acessadas na página do evento: link
Fonte: Anvisa (05/01/16)
 
Consultoria destaca redução de prazo de análise pela Anvisa PDF Imprimir E-mail
O site da empresa internacional de consultoria Emergo deu destaque ao trabalho realizado pela Anvisa na área de Produtos para a Saúde. Na nota dedicada ao desempenho da agência é citado que, no ano de 2015, os prazos de análise de processos de produtos para a saúde melhoraram significativamente, havendo cumprimento integral dos compromissos assumidos pela Anvisa nas metas do Contrato de Gestão e de Desempenho Institucional relacionados ao setor. 
Segundo o site da Emergo, aprimoramentos normativos e revisões em processos de trabalho foram primordiais para a malhoria dos resultados por parte da Anvisa. A Emergo dá consultoria para empresas que atuam na área de equipamentos médicos.
Mais informações no endereço: link
Fonte: ANVISA
 
Projeto tentará diminuir tempo de espera por novas patentes PDF Imprimir E-mail
O INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) lança nesta terça-feira (19/01) um projeto cuja meta é analisar em nove meses os pedidos de patente selecionados para participar do projeto.
Com a proposta, empresas e inventores que tenham feito o pedido inicial de sua patente no Brasil, mas também fizeram a solicitação no exterior, podem pedir prioridade. Um processo de análise leva hoje quase 11 anos no país. O Brasil também testa um projeto-piloto com os Estados Unidos, que reduz esse tempo. "A tramitação passaria a quatro anos. Queremos acordos parecidos com China, União Europeia, Japão", diz João Emilio Gonçalves, da CNI. "A demora é agravada pelo sucateamento do Inpi e a falta de autonomia para investir", diz o advogado Wilson Jabur, da Salusse Marangoni. 
Fonte: Folha de S.Paulo (19/01/2016)
 
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